logo
logo icon

Domiro Inácio Neto

Última atualização: 30 de agosto de 2026

Domiro, o que mais chama atenção aqui é o par de repertórios do desenvolvimento: trazer “Cidade de Deus” e depois contrapor com “Vidas Secas” para mostrar que família estruturada resiste ao crime é uma escolha argumentativa inteligente, e você faz a ponte com a realidade em vez de só citar as obras soltas. Isso já garante um bom desempenho na Competência 2.

Só que a lógica desse mesmo parágrafo tropeça um pouco: dizer que os criminosos “vieram de famílias desestruturadas e de classes mais abastadas” soa contraditório — dá a entender que os dois grupos são a mesma coisa. Vale separar melhor:

dado que a maioria dos criminosos faccionados vem tanto de famílias desestruturadas quanto de núcleos mais abastados que negligenciam o cuidado parental

O outro ponto que se repete no texto — e por isso pesa mais na nota — é o uso da crase. Você escreve “à todos” na introdução, “mediante às problemáticas” no D2 e “multas à quem abandonar” na conclusão: nenhum desses casos pede crase, já que “a” antecede palavra masculina, verbo ou pronome indefinido. Vale revisar essa regra com calma, porque ela aparece três vezes.

Na conclusão, “contra o paternidade irresponsável” também derruba a concordância — o certo é “a paternidade”. Fora isso, a proposta está bem构ída: tem agente (governo, poder executivo com o ministério da educação), ação, meio e até um efeito social (“gerando respeito no ambiente”), o que é o que sustenta uma nota boa em Competência 5 mesmo com a expressão “às traças” meio confusa.

Competência 1 – 120
Competência 2 – 160
Competência 3 – 160
Competência 4 – 160
Competência 5 – 160

Ajustando essas crases seu texto sobe bastante — o esqueleto argumentativo já está sólido.

NOTA
0

NOTA:

Domiro, o que mais chama atenção aqui é como você ancora a tese num dado institucional logo de cara — citar o artigo 216 da Constituição já mostra um repertório que foge do óbvio, coisa rara na maioria dos textos que corrijo.

O desenvolvimento sobre o incêndio do Museu Nacional é o ponto alto do texto: você data, localiza e quantifica a perda (“mais de 20 milhões de itens”), e o fechamento sobre as chamas apagarem “a cultura daqueles que nos trouxeram até aqui” sustenta bem a indignação proposta lá na introdução.

O segundo desenvolvimento, porém, perde força. A rasura logo no tópico frasal (“o nacionalismo identitário não é… um posicionamento político”) atrapalha a leitura, e o salto do filme Apocalypto para “nas escolas há raízes dessa aculturação que reforçamos” fica confuso — falta a frase que faz a ponte entre os dois:

Retomando a educação, nota-se que as escolas reproduzem essa aculturação ao negligenciarem o ensino da própria formação cultural brasileira, o que perpetua a lacuna identitária apontada na tese.

Um detalhe pontual de norma culta: “afim de” (junto) aparece duas vezes na conclusão, mas a locução de finalidade correta é “a fim de” — vale revisar antes de bater o martelo no texto.

Na proposta, o detalhamento da matéria “Língua Brasileira” em contraponto à “Língua Portuguesa” é criativo e bem articulado com a discussão sobre educação. Só o início do parágrafo, com “propostas melhores à segurança de ambientes culturais”, ainda soa vago — dá pra amarrar direto ao caso do museu:

Portanto, cabe ao governo federal ampliar a segurança de museus e acervos públicos por meio de investimentos em brigadas de incêndio e sistemas de monitoramento, evitando que tragédias como a do Museu Nacional se repitam.

Competência 1 – 160
Competência 2 – 160
Competência 3 – 160
Competência 4 – 160
Competência 5 – 160

O texto já tem repertório de peso e uma proposta com detalhamento real — o próximo passo é dar ao D2 a mesma clareza argumentativa que o D1 já tem.

NOTA
0

NOTA:

Competência 1 (Domínio da norma culta): 140 pontos O texto apresenta domínio mediano da modalidade escrita formal. Registram-se erros de grafia (“fabulização” em vez de fagulização ou coisificação/uberização, “A dra” por A obra na linha 20), falta de acentuação (“praticas”, “reais”, “medio”), inadequações de regência/concordância (“ligados a qualidade”, “cabem ao Governo… proteger”), rasuras ostensivas e falhas na estruturação sintática/pontuação ao longo dos parágrafos.

Competência 2 (Compreensão do tema e repertório): 160 pontos Aborda a temática de forma completa (escala de trabalho, qualidade de vida e direitos dos trabalhadores). Traz repertórios socioculturais legitimados (CLT/Getúlio Vargas, Franz Kafka e Tarsila do Amaral). Contudo, a articulação dos argumentos com os repertórios oscila em produtividade, especialmente na comparação pouco aprofundada com o sistema de pagamento por hora dos Estados Unidos no D1.

Competência 3 (Projeto de texto e argumentação): 160 pontos Apresenta projeto de texto com estrutura visível (introdução, desenvolvimento e proposta). Todavia, a argumentação é limitada e um pouco confusa em certos pontos, com ideias sobrepostas e lacunas no desenvolvimento das teses (como no conceito de “fabulização” e na transição entre os exemplos do D1).

Competência 4 (Mecanismos linguísticos/Coesão): 160 pontos Utiliza conectivos inter e intraparágrafos (“Entretanto”, “Nesse sentido”, “Ao raciocinar”, “Portanto”, “Além disso”, “Ademais”). No entanto, há repetições excessivas de termos/expressões (“lacuna”, “para assim”, “garantir/garantias”) e uso inadequado de pronomes (“onde ele se vê desumanizado”).

Competência 5 (Proposta de intervenção): 160 pontos Apresenta proposta de intervenção articulada com os seguintes elementos: Agente (Poder Executivo em parceria com o Ministério do Trabalho), Ação (preencher a lacuna por meio de novas leis e fiscalização/palestras) e Efeito/Finalidade (garantir equidade e conscientizar trabalhadores). Falta um detalhamento mais concreto e específico do meio de execução para atingir os 200 pontos. Respeita os direitos humanos.

NOTA
0

Ótimo trabalho, Damiro! Você construiu dois parágrafos bem encadeados com a introdução digitada. No D1, usar a Revolta da Vacina para discutir a confiança pública foi uma escolha de repertório interessante, e no D2, trazer “O Cortiço”, de Aluísio de Azevedo, para ilustrar como o ambiente insalubre molda a saúde das pessoas foi excelente e bem articulado ao tema do saneamento.

Alguns ajustes: cuide da colocação pronominal — em “comprova-se quando retornamos” e “percebe-se”, com o pronome relativo ou advérbio, a próclise costuma ser mais adequada (“se comprova“). Atenção também à concordância em “contaminando as partes mais fragilizadas”. No D1, o vínculo entre SUS/vacinas e o problema do saneamento ficou um pouco frouxo; amarre melhor: “…o SUS não resolve sozinho problemas estruturais, como a falta de saneamento…”.

Feche sempre com a consequência sobre a parcela mais vulnerável de forma afirmativa e precisa, evitando truncamentos. Você tem repertório de sobra — é só lapidar a coesão!

NOTA:

Você trouxe a OMS como repertório legítimo, articulou a saúde mental à pressão estética e ainda conectou ao Brasil contemporâneo com os dados da ISAPS sobre cirurgias plásticas. A estrutura dos quatro movimentos está presente e os conectivos funcionam bem.

Dois pontos merecem atenção. Primeiro, o fechamento do parágrafo termina com uma ideia sobre adolescentes que “não se sentem satisfeitos com o próprio corpo ou aparência” — é uma boa consequência, mas ficou genérica. Tente amarrar o impacto nas classes menos abastadas, que são as mais vulneráveis à pressão estética sem acesso a suporte psicológico. Segundo, “uso desempregado das redes sociais” parece um deslize de caligrafia ou vocabular — revise se a palavra correta seria “desenfreado” ou “indiscriminado”.

Sugestão de fechamento: *”…tal distorção impacta desproporcionalmente as classes menos abastadas, que, sem acesso a suporte psicológico adequado, tornam-se ainda mais vulneráveis ao adoecimento.”*

A conclusão também está no caminho certo: agente, ação e meio identificados. Só detalhe melhor o efeito/finalidade para garantir os 200 pontos da Competência 5.

Continue assim — você está evoluindo muito!

NOTA:

Parabéns pela escolha do repertório! A conexão entre a Revolta da Vacina e a pandemia de Covid-19 foi muito inteligente e mostrou que você compreendeu a raiz histórica do problema. Lembre-se, nessa atividade você deveria elaborar um único parágrafo, em bloco.

O ponto a melhorar é o fechamento. Você começa apontando a “ineficácia comunicacional” do governo, mas termina mencionando a “negligência populacional”. Para o argumento ficar mais coesivo, a consequência final deve ser um desdobramento direto da falha do Estado que você apontou. Além disso, a expressão “latejam gritantemente” pode ser substituída por um termo mais formal, como “permanecem evidentes”.

Sugiro reescrever o trecho final assim: “…o que evidencia como a falha na comunicação estatal resulta em perdas de vidas, afetando principalmente a parcela mais vulnerável da sociedade, que depende do sistema público.”

Você está no caminho certo, continue assim!

NOTA:

Domiro, gostei muito do início do seu parágrafo! Achei bem interessante como você usou a estratégia que combinamos em sala para transpor a arte para a realidade e, logo na sequência, inseriu a questão governamental. A escolha do incêndio no Museu Nacional também foi uma excelente sacada para enriquecer a redação.

O ponto de atenção fica para a quinta linha, onde senti falta de um conectivo para amarrar melhor todas essas ideias. Além disso, evite terminar seus parágrafos fazendo perguntas para o leitor. O ideal é fechar com afirmações mais precisas e diretas, pois isso traz muito mais impacto para quem está corrigindo o seu texto.

NOTA:

Domino Inácio Neto, a estrutura do seu parágrafo argumentativo é excelente. A progressão das ideias está muito bem organizada, partindo de um repertório literário pertinente e conectando-o de forma produtiva a um exemplo factual contundente: o incêndio do Museu Nacional. Essa articulação demonstra clareza na defesa do seu ponto de vista sobre a negligência estatal. A coesão entre os períodos é fluida e o vocabulário, adequado. A pergunta retórica ao final confere uma boa marca de autoria ao texto. Como ponto de atenção, lembre-se de usar letra maiúscula em “Poder Executivo”.

Sobretudo, nunca realize perguntas retóricas em sua argumentação. Seja claro, direito e objetivo. Até hoje, se não me falha a memória, nenhuma redação que dialoga ou faz perguntas ao leitor atingiu nota máxima na história do ENEM.

NOTA:

Domiro, seu parágrafo demonstra uma estrutura argumentativa sólida e bem definida. O uso do repertório sociocultural, a canção de Zé Ramalho, é produtivo, pois não se limita à exposição.

O grande mérito do seu texto está na progressão temática: você utiliza a música como ponto de partida para uma análise crítica mais profunda, conectando o conformismo da classe trabalhadora a um problema histórico estrutural do Brasil – o legado da escravidão. Essa articulação revela marcas de autoria e um projeto de texto claro. A coesão entre os períodos é satisfatória, garantindo a fluidez da leitura.

NOTA:

Domiro, seu parágrafo argumentativo possui uma estrutura sólida e uma progressão temática bem construída, seguindo um roteiro claro de exposição. A coesão é um ponto forte, com conectivos bem empregados. O repertório mobilizado, a obra “Operários”, é pertinente. Contudo, sua análise se mostra improdutiva, pois a afirmação de que a pintura expõe que “‘não há’ desigualdades” contradiz a mensagem da própria obra, enfraquecendo a argumentação. Atente-se a desvios pontuais, como a concordância verbal em “leis […] não tem sido” (o correto é têm) e o uso do vocábulo “permitante”.

NOTA:

Domiro, seu parágrafo argumentativo apresenta uma estrutura básica coerente e utiliza repertórios socioculturais pertinentes, como a obra de Carolina Maria de Jesus e o programa “Fome Zero”. Entretanto, a articulação entre essas ideias precisa ser mais fluida. Você inicia bem identificando a negligência governamental, mas o texto carece de conectivos mais diversificados para ligar os períodos, o que torna a leitura um pouco truncada.

Além disso, o fechamento do parágrafo focou em sugerir soluções (debates e campanhas), o que é mais adequado para a Proposta de Intervenção; em um parágrafo de desenvolvimento, o ideal é encerrar reforçando a consequência crítica do problema discutido ou sintetizando como essa negligência perpetua a insegurança alimentar.

NOTA:

Domiro, você demonstra um bom entendimento sobre quais órgãos devem agir, mas para alcançar a nota máxima, precisamos deixar suas propostas mais robustas e técnicas. Siga este conselho: prefira termos mais diretos e substitua o “é cabível” por uma afirmação imperativa – diretão: “é indispensável que o Governo implemente”.

Outro ponto importante de estrutura: não abra um novo parágrafo para separar as duas partes da conclusão, como você fez na linha 04 do primeiro texto; a conclusão deve ser um bloco único e coeso. Além disso, lembre-se de utilizar vírgula após o conectivo; na segunda atividade, você esqueceu a vírgula após “Ademais”.

Tente detalhar mais suas conclusões. No segundo texto, termos como “espectros deficientes” e “estigmas impostos” (que você grafou como “impostor”) ficaram um pouco confusos. Seja mais específica: em vez de apenas “criar um plano”, explique como ele será feito (ex: por meio de verbas federais) e quem exatamente ele atingirá. No ENEM, o detalhamento de um dos 5 elementos (Agente, Ação, Meio/Modo, Finalidade e Detalhamento) é o que garante os 200 pontos na competência 5.

NOTA:

Domiro, suas introduções estão muito bem encaminhadas e cumprem o papel fundamental de contextualizar o tema com repertórios pertinentes, como o filme “Que horas ela volta?” e o marco histórico da abolição da escravidão. Suas teses são claramente bipartidas: no primeiro texto, você foca no baixo investimento educacional e na falta de fiscalização do Poder Executivo; no segundo, aborda a negligência governamental e a fragilidade legislativa. Esse é um projeto de texto sólido e eficaz.

Para elevar o nível da sua redação e torná-la ainda mais robusta, recomendo que você trabalhe a fluidez entre as frases e utilize um vocabulário um pouco mais diversificado. Por exemplo, em vez de repetir estruturas como “é perceptível”, você pode variar para expressões como “torna-se evidente” ou “urge analisar”. Na Competência 1, atente-se à escrita de algumas palavras: você escreveu “cinematográfico” sem o acento e “escravidão” precisa estar com a grafia bem nítida para não haver dúvida na correção.

Uma sugestão de reescrita mais robusta para sua primeira introdução seria: A obra cinematográfica “Que horas ela volta?” evidencia as dificuldades enfrentadas pela mulher em virtude da invisibilidade do trabalho doméstico. Conquanto a essa ficção, nota-se que, no Brasil contemporâneo, a problemática persiste devido ao insuficiente investimento no cerne educacional e à inoperância fiscalizatória por parte do Poder Executivo. Perceba como o uso de termos como “virtude”, “insuficiente” e “inoperância” confere um tom mais acadêmico ao seu parágrafo.

NOTA:

sua introdução utiliza de forma produtiva o filme “Que Horas Ela Volta?” para contextualizar como a pobreza condiciona trajetórias infantis. Sua tese bipartida está bem construída nos eixos da falta de políticas públicas e da naturalização cultural do trabalho infantil.

Para elevar a nota na Competência 1, atente-se à concordância nominal em “obra cinematográfico” (o correto é cinematográfica) e à ortografia de “públicas“. Na tese, prefira a estrutura direta: “nota-se dois grandes problemas: a inoperância de políticas estatais e a normalização sociocultural do labor precoce“.

O parágrafo apresenta todos os elementos fundamentais: repertório legitimado, conectivo (“Fora da ficção”), recorte para a estrutura social brasileira e problemas bem definidos. Perceba também que você esqueceu a vírgula após o conectivo.

NOTA:

Domiro Inácio Neto, sua introdução sobre o analfabetismo funcional apresenta um excelente domínio da estrutura exigida, utilizando o longa-metragem “Central do Brasil” de forma muito pertinente para contextualizar a exclusão daqueles que não dominam a leitura e a escrita. A tese bipartida está claramente definida nos eixos da brutal omissão governamental e da alta desigualdade social.

Um alerta importante: Notei que você utilizou o verbo na primeira pessoa do plural em “percebemos“. Na redação do ENEM, deve-se priorizar a impessoalidade para manter o rigor formal do texto. Portanto, substitua “percebemos” por “percebe-se”. Além disso, para elevar ainda mais a formalidade, você pode substituir o trecho “que pode se enraizar em nossa sociedade” por “que se enraíza no cerne da estrutura social brasileira” ou “que reverbera de forma intrínseca no corpo social”. Sua caligrafia é muito bonita e o uso de conectivos como “Fora da ficção” garante a fluidez necessária para a nota máxima.

Trecho reescrito: “Fora da ficção e diante deste cenário, percebe-se uma brutal omissão governamental e uma alta desigualdade social que se enraíza no cerne da estrutura social brasileira.”

NOTA:

Domiro, analisando suas teses, percebo que você utiliza um vocabulário muito bem articulado e conectivos diferenciados, o que valoriza bastante o seu texto. A estrutura gramatical e o uso de conectivos estão perfeitos, mas na primeira tese você acabou unindo as duas causas em uma ideia muito dependente e, na terceira, os argumentos escolhidos (negligência governamental e ausência de sustentabilidade em políticas públicas) são conceitos que se sobrepõem, o que pode gerar repetição no desenvolvimento.

Tese 1: “Diante deste cenário, percebe-se que a lacuna governamental somada à omissão da sociedade civil perpetuam a exclusão digital.”

Tese 3: “Racionalizando acerca disto, percebem-se como entraves a insuficiência de investimentos no pequeno produtor e a má distribuição de renda no corpo social.”

NOTA:

Domiro, sua atividade demonstra compreensão parcial da proposta. No primeiro tema, você aponta ideias relacionadas à permanência do racismo estrutural e à valorização de culturas de origem colonial, fatores que dificultam o reconhecimento da herança africana no Brasil. Entretanto, a tese apresenta estrutura pouco clara e períodos muito longos, o que dificulta a identificação precisa dos dois problemas solicitados na atividade. Além disso, o segundo tema não foi desenvolvido, o que compromete o atendimento completo da proposta.

Para melhorar, procure formular a tese de forma mais direta e explicitar claramente dois problemas distintos, ligados por um conectivo. Também é importante responder às duas propostas da atividade. Veja:

Nesse cenário, a valorização da herança africana no Brasil é dificultada pela permanência do racismo estrutural na sociedade, bem como pela predominância de referências culturais eurocêntricas que marginalizam as tradições afro-brasileiras.

NOTA: