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Gabriel Luis da Silva

Última atualização: 27 de março de 2026

Gabriel Luiz, suas introduções estão muito bem fundamentadas e seguem a estrutura exigida pelo ENEM. Você utilizou repertórios pertinentes, como a Constituição Federal de 1988 e a Lei Áurea, para contextualizar os temas e conseguiu fechar ambos os parágrafos com teses bipartidas claras, focando em problemas como a falta de fiscalização legislativa, a falha das instituições educacionais e a fragilidade do incentivo estatal.

No entanto, preciso te fazer um alerta muito importante sobre a sua caligrafia. Em vários momentos do texto, as letras e palavras estão muito juntas e “emboladas”, o que dificulta a leitura fluida. Lembre-se de que o corretor do ENEM tem centenas de redações para ler e, se ele encontrar dificuldade em decifrar o que você escreveu (como ocorreu em palavras como “contemporâneo”, “fiscalização” ou “instituições”), isso pode prejudicar sua nota na Competência 1 e até na compreensão do seu argumento. Tente dar um pouco mais de espaçamento entre as palavras e definir melhor o traçado das letras.

Quanto à gramática e estilo, atenção a alguns pontos:

  • No primeiro texto, você repetiu “1988 1988”; evite rasuras e repetições por desatenção.

  • No segundo texto, você utilizou “de forma lamentável” duas vezes no mesmo período; isso empobrece o vocabulário. Use sinônimos como “infelizmente” ou “de maneira lastimável”.

NOTA:

Gabriel Luiz, sua introdução utiliza o ECA de forma pertinente para contextualizar a proteção infantil. Sua tese bipartida está presente nos eixos da negligência estatal e da desigualdade social. Gabriel, sua legibilidade é o ponto que mais precisa de cuidado.

Palavras como “inoperantes”, “precocemente” e “resolucionados” estão muito “emboladas”. No ENEM, se o corretor não conseguir ler uma palavra com clareza, ele pode considerá-la um erro ortográfico ou até desconsiderar o argumento.

NOTA:

Gabriel, sua introdução sobre o analfabetismo funcional apresenta uma construção textual muito sólida e madura, respeitando todos os elementos da “Introdução Completíssima”. No entanto, temos um entrave externo que pode prejudicar sua nota: a legibilidade.

 

  1. Projeto de Texto: Você articulou muito bem o filme “Central do Brasil” com a realidade nacional, utilizando conectivos de transição adequados como “Fora do ambiente cinematográfico” e “Nesse cenário”. Sua tese bipartida está clara, focada na falta de estrutura educacional e na negligência governamental.
  2. Desafio da Caligrafia: Sua letra é bastante inclinada e as letras “m”, “n”, “u” e “v” acabam se confundindo, o que torna a leitura cansativa para o corretor. Lembre-se de que, no ENEM, o corretor tem poucos minutos para avaliar cada redação; se ele não conseguir decifrar uma palavra-chave, sua nota na Competência 1 pode cair drasticamente.

Para elevar a formalidade, substitua “grandes críticas” por “críticas contundentes” e “podem ser percebidas” por “reverberam de forma fidedigna”.

Trecho reescrito: “Fora do ambiente cinematográfico, no Brasil contemporâneo, tais críticas reverberam de forma fidedigna, haja vista o expressivo contingente de indivíduos que padecem da capacidade de escrita e leitura.”

NOTA:

Gabriel Luiz, analisando suas teses, percebo que você consegue identificar bem os fatores estruturais dos problemas, mas precisamos cuidar da legibilidade do seu texto. Peço que você organize melhor sua grafia e capriche na letra, pois há muitas rasuras e palavras sobrepostas que dificultam a leitura do corretor.

A estrutura gramatical e o uso de conectivos estão corretos, mas na primeira tese você acabou focando em termos muito técnicos e, na terceira, os argumentos escolhidos (falha de formação cultural e desigualdade social) podem ficar vagos se não forem bem conectados à questão específica da alimentação.

Tese 1: “Dessa forma, a garantia de direitos é dificultada por dois impasses: o baixo letramento midiático e a negligência estatal no investimento em tecnologias.”

Tese 3: “Atualmente, a insegurança alimentar no Brasil é agravada por múltiplos fatores, principalmente pela insuficiência de políticas públicas e pela má distribuição de renda.”

NOTA: