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Yasmin Valadares

Última atualização: 7 de outubro de 2026

Yasmin, seu texto já começa muito bem, com uma base sólida no artigo 225 da Constituição. A tese ficou bem clara ao apontar a desigualdade social e o descaso governamental como os dois eixos da sua argumentação.

No primeiro desenvolvimento, a escolha de “Capitães de Areia” é criativa e funciona para discutir a vulnerabilidade. A análise que você faz, transpondo o literário para a realidade, mostra autoria. Só um detalhe de norma culta que passou batido no final do parágrafo:

…para morar frente às alterações climáticas intensas que o país tem sofrido.

Seu segundo argumento é excelente. Usar as catástrofes ambientais na região Sul como repertório factual e recente foi uma escolha muito forte e produtiva. A análise sobre a falta de amparo estatal está ótima. Apenas a última frase ficou um pouco longa e com a estrutura sintática confusa. Poderia ser mais direta para ter mais impacto:

Contudo, como essas famílias não têm poder aquisitivo para se reerguerem sozinhas, acabam deixadas à margem da reconstrução social daquela região, em razão da falta de políticas públicas de amparo.

Na conclusão, você apresenta duas propostas de intervenção bem detalhadas, o que é ótimo. A primeira, envolvendo o Governo Federal e o programa “Minha Casa, Minha Vida”, já contém os 5 elementos necessários para a nota máxima na Competência 5. Faltou apenas uma frase final para “fechar o ciclo” do texto, retomando a ideia da Constituição da introdução. Isso daria um acabamento ainda mais profissional.

Ótimo trabalho, a base do seu texto é muito sólida.

Competência 1 – 160
Competência 2 – 200
Competência 3 – 200
Competência 4 – 200
Competência 5 – 200

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NOTA:

Yasmin, seu texto tem uma estrutura muito segura e repertórios que fogem do óbvio, o que é ótimo. A forma como você organiza as ideias a partir da tese já mostra um planejamento claro.

Na introdução, você acerta em cheio ao apresentar dois problemas claros: a livre divulgação e a falta de leis. Isso cria um roteiro perfeito para os seus parágrafos de desenvolvimento.

O primeiro argumento, usando a “CPI das Bets”, é um repertório excelente e super atual. Apenas um ajuste na fluidez da frase deixaria a ideia ainda mais direta. Veja a parte em que você explica o que aconteceu na CPI:

Em vez de “…nos quais influenciadores foram intimados para dar depoimento sobre a divulgação desses que os mesmos fizeram…”, você poderia simplificar para: “Nesse sentido, a ‘CPI das Bets’, que em 2023 intimou influenciadores a depor sobre a divulgação que faziam desses cassinos, evidencia a dimensão do problema.”


Seu segundo desenvolvimento é o ponto alto do texto. A analogia com a “Lei Seca” para argumentar sobre a necessidade de regulamentação é uma marca de autoria muito forte e demonstra grande capacidade de relacionar informações. Apenas um pequeno desvio de concordância: o sujeito é “a ausência” (singular), então o verbo também fica no singular.

…a ausência de regulamentações (…) enraíza essa problemática… 

Sua proposta de intervenção na conclusão é muito completa, com todos os 5 elementos bem definidos. A ideia de um “Estatuto das Casas de Aposta Online” é concreta e bem detalhada. O único ponto de atenção é a escolha do Ministério da Cultura como agente, que não tem uma atribuição direta sobre o tema. Agentes como o Ministério da Fazenda (que regula apostas) ou o da Justiça seriam mais adequados para a ação que você propôs. A retomada da Constituição no final fecha o texto de forma circular e coerente.

Seu texto já está em um nível muito alto. Os ajustes são pequenos e de refino.

Competência 1 – 160
Competência 2 – 200
Competência 3 – 200
Competência 4 – 200
Competência 5 – 200

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NOTA:

Olá, Yasmin! Sua redação começa muito bem ao usar a Constituição Federal para contextualizar o tema, e a tese que aponta a desigualdade social e a baixa escolarização como causas é bem clara. Isso já organiza todo o seu texto.

A escolha de “Quarto de Despejo”, de Carolina Maria de Jesus, para o primeiro desenvolvimento foi excelente e muito pertinente. O ponto a melhorar é que o parágrafo ficou mais descritivo sobre a vida da autora do que analítico sobre o problema hoje. Veja como você poderia conectar melhor o repertório à realidade atual:

Em vez de focar nos erros gramaticais da autora, você poderia usar a obra para mostrar como a situação persiste: “A realidade de Carolina, marcada pela exclusão e pelo acesso precário à educação formal, ainda se reflete no cotidiano de jovens de comunidades periféricas, que enfrentam barreiras semelhantes para alcançar o pleno letramento.”

Seu segundo argumento, usando o ECA, ficou mais forte! Você fez uma ótima ponte entre o que a lei garante e a realidade de jovens que precisam abandonar os estudos para trabalhar. Apenas um detalhe técnico que se repetiu no texto: a expressão correta para indicar finalidade é “a fim de”, separado.

Na conclusão, sua proposta é bem estruturada, com agentes claros (Governo Federal e Ministério Público) e ações definidas. A sugestão de ampliar auxílios como o Bolsa Família é concreta e bem amarrada ao argumento do D2. Só tome cuidado ao citar planos como o “Favela Educa” — se não for um programa real e conhecido, é melhor descrever a ação em si (como “criar projetos de reforço escolar no contraturno”) do que dar um nome que pode parecer inventado.

No geral, seu texto tem uma estrutura muito boa e argumentos pertinentes. O principal ajuste é refinar a análise dos repertórios para que eles sirvam como uma ferramenta para explicar o presente, e não apenas como uma ilustração.

Competência 1 – 160
Competência 2 – 180
Competência 3 – 200
Competência 4 – 180
Competência 5 – 160

NOTA
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NOTA:

Yasmin, o resgate da Semana de Arte Moderna como porta de entrada pro tema já mostra repertório bem escolhido — e o recurso de costurar introdução e tese com “Transpondo o viés histórico” é um achado que poucos alunos usam. Mas logo ali tem um deslize de concordância que compromete a leitura fluida: “é perceptível desafios” pede plural.

Transpondo o viés histórico, são perceptíveis os desafios para a preservação do patrimônio cultural e histórico nacional na atualidade.

No D1 você cita a Lei Paulo Gustavo com propriedade, só que chama de “governo de Estado” uma lei federal — vale ajustar esse detalhe pra não gerar contradição com o “desinteresse do Governo Federal” que você mesma apontou no tópico frasal. O fechamento do parágrafo também ganharia mais precisão com uma preposição:

evidenciando a falta de políticas públicas eficazes para manter a herança tradicional presente na vida da população brasileira.

O D2 é o parágrafo mais maduro: a citação da UNESCO entre aspas dialogando com a falha do sistema de ensino brasileiro constrói uma antítese que sustenta bem o argumento — só reveja o conectivo “de forma análoga“, que sugere semelhança quando na verdade você está contrapondo o discurso internacional à realidade escolar brasileira; “em contrapartida” encaixaria melhor.

A conclusão é o ponto mais forte do texto: Governo Federal, Congresso Nacional e Ministério da Educação como agentes, com a BNCC detalhada por disciplina — isso é proposta de intervenção de verdade, não genérica. Só um deslize de grafia: “afim de” deveria ser “a fim de” (locução de finalidade, não o adjetivo “afim”).

Competência 1 – 160
Competência 2 – 200
Competência 3 – 180
Competência 4 – 160
Competência 5 – 200

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NOTA:

Yasmin, o que mais chama atenção aqui é a tese: você já entrega na introdução os dois problemas que vai desenvolver — negligência governamental e ineficiência judicial — e cada desenvolvimento realmente cumpre o que prometeu. Isso dá uma espinha dorsal muito clara ao texto.

A introdução flui bem, com a citação ao artigo 1º da Constituição contextualizando o tema, mas repare que a frase de abertura do D1 perde o “que” e trava a leitura: “pode-se observar a ausência do governo de Estado agrava ausência parental” soa como dois períodos colados. Ficaria mais limpo assim:

Em primeira análise, pode-se observar que a ausência do Estado agrava o abandono parental, sendo um problema histórico-cultural do país.

O repertório de “Central do Brasil” está bem trazido e conectado à realidade brasileira — isso é o D1 funcionando de verdade, não só citando a obra. Já no D2, a menção ao Código Civil é pertinente, mas cuidado com a imprecisão de dizer que ele está “presente na Constituição Cidadã”: são dois textos legais distintos. Não precisa dessa aposição, o argumento já é forte sem ela.

Um deslize que se repete duas vezes é “afim de” — o correto, com esse sentido de finalidade, é “a fim de”, separado. Vale revisar esse automatismo. Também falta o acento em “orgãos” (órgãos), mas isso não compromete a leitura.

A conclusão está tecnicamente completa — agente (Governo Federal e Ministério Público), ação, meio e efeito bem articulados —, só falta fechar o círculo retomando a Constituição ou o filme da introdução para amarrar o texto como um todo:

Portanto, espera-se que o Estado, tantas vezes omisso na trama de “Central do Brasil” e no próprio texto constitucional, finalmente garanta na prática a dignidade que promete no papel.

Competência 1 – 160
Competência 2 – 160
Competência 3 – 160
Competência 4 – 160
Competência 5 – 200

Ajustando esses dois ou três pontos de norma culta, essa redação sobe fácil.

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NOTA:

Sua redação sobre o abandono de animais e a negligência com a causa animal no Brasil está muito bem construída, com tese clara (negligência estatal e falha educacional) e repertório duplo e pertinente. Na C1, o domínio da norma é bom — só vale ajustar a concordância em “mesmo que as séculos tenham mudado” (o certo é “os séculos”). Na C2, você se destaca: usa o Estatuto do Animal, “Vidas Secas” (Baleia) e o caso do cão Orelha de forma articulada, não decorativa. Na C3 e C4, a progressão é coerente e os conectivos (“Em primeira análise”, “Ademais”, “Portanto”) organizam bem o texto, embora “Dessa forma” apareça mais de uma vez — vale variar com “diante disso” ou “nesse cenário”. Na C5, a proposta é robusta, com dois agentes (Governo Federal e Ministério da Educação) e ações concretas; faltou apenas detalhar melhor o funcionamento do programa “Salve os Vira-Latas”. Excelente trabalho, você já domina a estrutura dissertativa com autoria!

Competência 1: 160
Competência 2: 200
Competência 3: 160
Competência 4: 180
Competência 5: 180

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Competência I: Domínio da norma-padrão da língua escrita Nota: 160 Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal e boa estrutura sintática. Registram-se poucos desvios gramaticais e de pontuação, tais como o uso indevido do pronome relativo “onde” para se referir ao “período da Era Vargas” (linha 18) e a concordância/regência no trecho “e um alimento diária” (linha 14).

Competência II: Compreensão do tema e aplicação das áreas do conhecimento Nota: 200 Compreende e desenvolve o tema em sua totalidade, relacionando as exaustivas escalas de trabalho à perda da qualidade de vida e às falhas estatais/informativas. Utiliza repertórios socioculturais pertinentes, legitimados e integrados de forma produtiva (Constituição Federal de 1988, Revolução Industrial do século XVIII, Era Vargas e a canção “Construção”, de Chico Buarque).

Competência III: Seleção, relação, organização e interpretação de informações Nota: 200 Projeto de texto muito bem articulado. Seleciona e organiza os argumentos estrategicamente na tese (negligência governamental no D1 e escasso conhecimento popular no D2), desenvolvendo-os de forma progressiva e justificando com clareza o ponto de vista em defesa da dignidade do trabalhador.

Competência IV: Demonstração de conhecimento dos mecanismos linguísticos Nota: 200 Demonstra excelente uso dos recursos coesivos inter e intraparágrafos (No entanto, Nesse sentido, De forma análoga, Ao transpor o viés histórico, Ademais, Nesse contexto, Porém, É indispensável, portanto, Cabe também), sem repetições excessivas e mantendo fluidez no encadeamento das ideias.

Competência V: Elaboração de proposta de intervenção Nota: 200 Elabora propostas de intervenção completas, detalhadas, viáveis, articuladas ao projeto de texto e aos Direitos Humanos. Apresenta agentes (Governo Federal em parceria com o Ministério do Trabalho e Ministério da Educação juntamente com o Legislativo), ações (melhorar auxílios e projetar palestras/cursos gratuitos), modo/meio (por meio de cursos e palestras obrigatórios), detalhamento (exemplificando o Bolsa Família) e finalidade (garantir a plena execução da Constituição Federal de 1988).

NOTA
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Yasmin, seus dois parágrafos ficaram muito bons! No P1, você abriu bem retomando a negligência estatal da introdução e trouxe a Revolta da Vacina como repertório histórico produtivo, mostrando que a exclusão das populações vulneráveis vem de longa data. No P2, o encaixe do documentário “Ilha das Flores” com “O Cortiço” ficou excelente, articulando bem a falta de infraestrutura e o adoecimento.

Alguns ajustes: cuidado com a grafia de “vunerável” (o correto é vulnerável) e “socio-econômica” (socioeconômica, sem hífen). Em “no que se diz respeito”, use apenas “no que diz respeito“. Atenção também à concordância em “fica nítido como é vago as políticas” — o certo é “quão vagas são as políticas“. Evite ainda a marca de oralidade “dia-a-dia”; prefira “cotidiano“.

Fora esses detalhes, o repertório está variado e bem conectado à realidade brasileira. Ótimo trabalho, continue nesse ritmo!

NOTA:

Yasmin, você fez um ótimo trabalho ao estruturar seu parágrafo! A escolha da música da MC Rita como repertório foi criativa e bem conectada ao tema, mostrando que você consegue relacionar arte contemporânea com a discussão. A sua proposta de intervenção também está bem encaminhada, com os agentes e a ação bem definidos.

O ponto principal para melhorarmos está na sua Proposta de Intervenção. Ela tem agente, ação, meio e finalidade, mas faltou o detalhamento, que é essencial para a nota máxima. Você poderia detalhar o meio-método, explicando como seriam essas campanhas. Além disso, atenção a um pequeno desvio de concordância em “nítido a falta”; o correto seria “nítida a falta”.

Por exemplo, você poderia reescrever o trecho do meio/modo assim: “…por meio de campanhas virtuais eficazes, as quais seriam protagonizadas por influenciadores de diferentes biotipos, a fim de…”

NOTA:

Sua introdução está muito bem estruturada! Você usou a Constituição Federal de maneira produtiva, conectou com o Brasil atual e apresentou os dois problemas que vai discutir: a negligência do governo e as falhas na educação. Excelente começo!

No entanto, o parágrafo de argumento precisa de ajustes. O repertório sobre a “Lei Seca” não foi produtivo, pois a comparação com as apostas online ficou um pouco distante e historicamente imprecisa. Além disso, o fechamento do parágrafo apenas repete a ideia inicial de “falta de interesse governamental”, sem mostrar as consequências disso.

Outro detalhe: A afirmação sobre a lei é historicamente incorreta e enfraquece seu argumento, uma vez que a Lei Seca (Lei nº 11.705/2008) é amplamente reconhecida pela eficácia na redução de acidentes de trânsito causados por embriaguez. Embora eu imagine que nenhum corretor do ENEM iria se atentar a esse detalhe.

Por favor, use tinta 😀

Aqui está o exemplo de como o seu argumento ficaria mais tchãzes:

“Em primeira análise, é fundamental destacar que a ausência de uma rede estatal de apoio foca na mitigação dos impactos das chamadas ‘bets’ perpetua o endividamento de inúmeras famílias brasileiras. Sob a ótica do historiador José Murilo de Carvalho, a cidadania só se consolida plenamente quando os direitos sociais são materializados pelo Estado. No entanto, no cenário atual, os indivíduos que desenvolvem a dependência psicológica dos jogos de azar encontram-se desamparados pelo Poder Público, dada a carência de programas de acolhimento e tratamento clínico para essa compulsão na rede pública de saúde. Dessa forma, a falta de interesse governamental em auxiliar essas vítimas evidencia uma grave lacuna institucional, a qual não apenas negligencia o bem-estar da população, mas também aprofunda a exclusão socioeconômica decorrente do vício descontrolado em casas de aposta online.”

NOTA:

Yasmin, embora seu parágrafo tenha desenvolvido tudo o que combinamos em sala de aula — ou seja, você mencionou o P1, trouxe a “Canção do Exílio” de Gonçalves Dias e fez o vínculo direto com o tema —, senti que o uso dos conectivos não ficou ideal e que as consequências poderiam ter sido muito melhor desenvolvidas. Essa parte autoral do seu parágrafo acabou parecendo um pouco rasa e superficial, e eu sei do seu potencial, pois você já entregou atividades bem melhores aqui no curso. Vamos caprichar mais nesse aprofundamento na próxima!

NOTA:

Yasmin, seu parágrafo argumentativo possui uma estrutura bem organizada, com uma progressão temática clara que vai da tese à exemplificação. A escolha do repertório sociocultural é pertinente e seu uso se mostra produtivo, pois a música de Carol Biazin é articulada de forma coesa para ilustrar o problema das longas jornadas de trabalho.

Contudo, é preciso atentar-se a alguns desvios gramaticais e imprecisões vocabulares. O uso da palavra “empregador” no lugar de “empregado” é um equívoco que prejudica a semântica do texto.

NOTA:

Yasmin, seu parágrafo argumentativo possui uma estrutura sólida e bem definida. A progressão temática é clara, partindo de um tópico frasal eficiente para a apresentação do repertório. A escolha da obra “Operários” é muito pertinente e seu uso se mostra produtivo, pois você explora elementos da pintura para fundamentar sua tese. A organização das ideias está excelente. Contudo, atente-se a desvios gramaticais que comprometem a norma culta, como a falta de concordância em “é notório a grande aglomeração” (o correto seria “é notória“).

NOTA:

Yasmin Valadares, suas conclusões estão muito bem estruturadas, demonstrando clareza na articulação dos agentes e das finalidades. Focando exclusivamente nos elementos fundamentais para a sua pontuação, aqui estão as observações:

Na primeira atividade, você acertou ao escolher o Ministério da Educação e o Ministério do Meio Ambiente. No entanto, como você mesma notou, a ausência de um conectivo na linha 04 (antes de “O Ministério do Meio Ambiente”) prejudica a coesão textual. Termos como “Ademais” ou “Além disso” são essenciais para ligar as duas propostas. Além disso, o seu Meio/Modo (“afim de reformular a BNCC”) precisa de um ajuste ortográfico importante: “a fim de” (separado) indica finalidade, enquanto “afim” (junto) indica semelhança.

Na segunda atividade, sobre o estigma das doenças mentais, você construiu uma proposta muito sólida. Temos o Agente (Governo Federal e MEC), a Ação (formular políticas e criar um Plano Nacional) e a Finalidade. O destaque vai para o seu Detalhamento ao sugerir a inserção do tema na BNCC para promover “respeito e empatia entre os jovens”.

NOTA:

Yasmin Valadares, seu parágrafo argumentativo apresenta uma boa base ao identificar a ineficiência estatal como um problema central, mas falta maior fluidez e um fechamento mais incisivo. O uso da Constituição Federal é perfeitamente válido e pertinente, porém, ao citá-la apenas ao final de forma expositiva, você perde a oportunidade de mostrar como a violação desse direito constitucional gera um impacto devastador na realidade.

Para melhorar, evite repetir termos como “ineficiência” e “ineficácia” no mesmo parágrafo e busque encerrar o texto enfatizando a gravidade da contradição entre o que a lei garante e a fome que os brasileiros enfrentam, transformando a menção à Constituição em uma crítica à negligência do Estado.

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A estrutura gramatical está muito boa, e você utiliza conectivos de forma sofisticada para introduzir seus argumentos. No entanto, na primeira tese, a frase ficou um pouco fragmentada visualmente devido à distribuição nas linhas, o que pode prejudicar a fluidez da leitura. Na segunda tese, você incluiu muitos elementos explicativos e marcas de exemplificação dentro da própria tese (como a questão dos cargos elevados). Lembre-se: na técnica bipartida, o objetivo é apresentar os dois eixos causais de forma direta e concisa, reservando o detalhamento e os exemplos para os parágrafos de desenvolvimento.

Tese 1: “Nesse cenário, são evidentes dois desafios: o aprendizado inadequado sobre a herança africana e a necessidade de desconstrução do racismo estrutural.”

Tese 2: “Afinal, a valorização desse legado é dificultada pela desigualdade de oportunidades no mercado de trabalho e pela falta de incentivo social às mulheres negras.”

NOTA: