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Luna Emanuelly Sousa

Última atualização: 26 de junho de 2026

Luna, seu parágrafo está excelente! Você construiu uma argumentação muito sólida, seguindo perfeitamente os quatro movimentos: apresentou o problema, usou o Instagram como um repertório produtivo e conectou tudo com uma consequência muito atual e impactante sobre os medicamentos para emagrecimento.

Contudo, precisamos de atenção rigorosa à estrutura sintática. O período que apresenta o repertório sofreu um truncamento e ficou repetitivo ao dizer “O lançamento do Instagram… o Instagram nasceu”. Além disso, faltou pontuação adequada para separar a virada antropológica do trecho “o corpo real foi substituído”. Evite também o uso de parênteses para trazer informações centrais como o Ozempic, integrando-as de forma fluida e sem marcas de oralidade.

Sugiro reescrever o meio do argumento assim: “…focado na imagem. Desse modo, a partir de 2010, o corpo real passou a ser substituído pelo modelo editável, fenômeno impulsionado hodiernamente pelo uso indiscriminado de medicações como o Ozempic.”

NOTA:

Você começou bem ao trazer repertórios importantes como a Lei do Superendividamento e a Constituição. No entanto, a estrutura da sua introdução precisa de um ajuste fundamental: a tese. Após apresentar o tema, você deve anunciar claramente os dois problemas (P1 e P2) que irá discutir nos parágrafos seguintes. Além disso, seu texto tem trechos com marcas de oralidade, como “acha que” e “algo em troca”, que devem ser substituídos por uma linguagem mais formal. Há também uma frase que ficou sem sentido, começando com “Institucionalmente…”. Cuidado com esses truncamentos e erros de concordância, como em “governo federal tentam”.

Outro detalhe, tente utilizar as linhas até o final. Se necessário, faça a divisão das palavras em sílabas.

Para tornar a ideia sobre os influenciadores mais formal, você poderia reescrever assim:

Em primeira análise, é fundamental destacar que, embora o Governo Federal busque implementar medidas mitigatórias, como a Lei do Superendividamento e projetos de assistência social, as ações públicas ainda se mostram insuficientes para conter o avanço do vício em casas de apostas virtuais. No plano institucional, a Constituição Federal de 1988 consolida-se como o principal dispositivo de garantia à dignidade e à cidadania das diversas classes do estrato social brasileiro. No entanto, a falta de uma regulamentação estatal estrita sobre o mercado de jogos de azar impede a plena efetivação desse preceito magno, uma vez que a dependência financeira e psicológica gerada pelas plataformas corrói a estabilidade socioeconômica de milhares de cidadãos.

Diante desse cenário, a exploração psicológica e financeira do indivíduo assemelha-se ao contexto retratado na pintura ‘Operários’, de Tarsila do Amaral, a qual evidencia uma massa de trabalhadores com feições exaustas, condicionados à engrenagem de um sistema que os despersonaliza. De maneira análoga, o cidadão contemporâneo é empurrado a um cenário de alienação moderna, impulsionado pelo acesso contínuo às redes sociais e pela veiculação de propagandas protagonizadas por jogadores de futebol e influenciadores digitais. Essa estratégia mercadológica constrói uma falsa sensação de segurança e idoneidade, induzindo a classe trabalhadora a acreditar na confiabilidade do sistema de apostas, quando, na realidade, tais celebridades são amplamente remuneradas para promover o engajamento nos jogos. Desse modo, a validação por parte de figuras de grande alcance social mascara os riscos reais da atividade, aprofundando o quadro de exaustão mental e vulnerabilidade coletiva semelhante ao denunciado pela pintura modernista.

NOTA:

Parabéns por usar um repertório tão relevante como a pesquisa do Ibope! Você articulou bem a ideia, mostrando como a desinformação impacta a saúde coletiva, e a estrutura do seu parágrafo está no caminho certo, com abertura, repertório e análise.

Vamos aprimorar dois pontos. A última frase, iniciada com “Além disso”, introduz uma nova causa (a falha do poder público), o que quebra a unidade do seu argumento sobre desinformação. O ideal é focar em aprofundar a consequência do problema já apresentado. Outro detalhe: evite a expressão “citada no texto”, pois enfraquece a autonomia da sua argumentação.

Para o fechamento, você poderia focar no impacto, por exemplo: “…Assim, ao acreditarem que doenças erradicadas não voltarão, muitos deixam de se imunizar, colocando a saúde coletiva em risco e ameaçando, sobretudo, a parcela mais vulnerável da sociedade, como crianças e idosos.”

Seu raciocínio é excelente, são apenas ajustes para deixar o texto impecável. Continue praticando!

NOTA:

Luna, seu parágrafo demonstra uma estrutura argumentativa excelente. A articulação das ideias é muito bem construída, iniciando com um repertório literário que se mostra produtivo ao criar um contraste temporal e crítico com a problemática atual. Achei muito interessante você mencionar que o autor “eterniza a figura do indígena”.

A progressão temática é clara, e você elenca os obstáculos à preservação de forma organizada. A coesão é um ponto forte, com o uso de conectivos que garantem a fluidez do texto. O vocabulário (“negligência estatal”, “ação predatória”) é preciso e adequado à norma-padrão. Ótimo início.

Atenção só com a grafia, tive um pouco de dificuldade de ler sua atividade.

NOTA:

Luna, seu parágrafo argumentativo apresenta um ótimo repertório sociocultural, utilizando tanto a literatura de Carolina Maria de Jesus quanto a arte de Portinari para ilustrar a gravidade da fome. Você inicia bem ao identificar a ineficiência estatal como o problema central, mas a estrutura das frases acabou ficando sobrecarregada, o que prejudicou a clareza e a coesão no final do texto. O fechamento do parágrafo tornou-se confuso devido à ausência de conectivos e à falta de uma pontuação que separasse a menção ao programa governamental da conclusão sobre a desigualdade. Para melhorar, busque dividir melhor os períodos (frases mais curtas) e garantir que o desfecho apresente uma consequência clara da inércia do Estado.

NOTA:

Luna, tenha uma atenção especial com a ortografia: palavras como “imprescindível” e “através” foram grafadas sem a acentuação correta. Além disso, não utilize reticências (“…”) no meio ou no fim das frases; a pontuação deve ser objetiva para garantir a fluidez do texto.

Sobre o conteúdo, a segunda proposta da primeira atividade, que cita o Ministério dos Povos Indígenas, parece estar incompleta, pois não finaliza a ação proposta de forma clara. Também é necessário ter atenção à concordância em trechos como “estabeleça valorização áfrica”, que ficou confuso e prejudica a compreensão do seu raciocínio.

NOTA:

Luna, sua introdução utiliza de forma produtiva a obra “Capitães da Areia” para contextualizar a exclusão social e o trabalho precoce, demonstrando bom domínio de repertório. Sua tese bipartida está bem definida nos eixos da negligência governamental e da profunda desigualdade entre classes.

Para elevar a nota na Competência 1, atente-se à gramática: em “cuja infância“, não se utiliza artigo após o pronome relativo; e em “por causa da negligência… e a profunda“, mantenha o paralelismo utilizando “e da profunda desigualdade“. Conforme a orientação, você já utiliza corretamente o termo “situação de vulnerabilidade social“, o que qualifica sua escrita. Na tese, prefira a estrutura direta: “nota-se dois grandes problemas: a inoperância estatal e a abismal disparidade socioeconômica“.

O parágrafo cumpre os requisitos do ENEM: repertório legitimado, conectivos (“Entretanto”) e problemas definidos para o desenvolvimento.

NOTA:

Luna, sua introdução utiliza de forma produtiva a obra “Capitães da Areia” para contextualizar a exclusão social e o trabalho precoce, demonstrando bom domínio de repertório. Sua tese bipartida está bem definida nos eixos da negligência governamental e da profunda desigualdade entre classes.

Para elevar a nota na Competência 1, atente-se à gramática: em “cuja infância“, não se utiliza artigo após o pronome relativo; e em “por causa da negligência… e a profunda“, mantenha o paralelismo utilizando “e da profunda desigualdade“. Conforme a orientação, você já utiliza corretamente o termo “situação de vulnerabilidade social“, o que qualifica sua escrita. Na tese, prefira a estrutura direta: “nota-se dois grandes problemas: a inoperância estatal e a abismal disparidade socioeconômica“.

O parágrafo cumpre os requisitos do ENEM: repertório legitimado, conectivos (“Entretanto”) e problemas definidos para o desenvolvimento.

NOTA:

Luna, sua introdução apresenta um excelente domínio da estrutura do ENEM, articulando de forma produtiva a obra Central do Brasil com a persistência do analfabetismo funcional no país. Sua tese bipartida está bem encaminhada, embora você tenha acabado listando três eixos (falhas no sistema educacional, ausência de políticas públicas e desigualdade social).

  1. Acentuação Gráfica: Notei a ausência de acento na palavra “cinematográfica” logo na primeira linha. Lembre-se de que proparoxítonas são sempre acentuadas.
  2. Foco na Tese: Como a atividade pede uma tese bipartida, tente selecionar os dois problemas que você considera mais fortes para o desenvolvimento, a fim de garantir um projeto de texto mais conciso.

Para elevar a formalidade, substitua o trecho “ainda se vê completamente marcado por um profundo analfabetismo” por “permanece fustigado por um severo analfabetismo funcional” ou “configura-se como um cenário ainda cerceado pelo analfabetismo funcional”. Sua caligrafia é legível e o uso de conectivos como “Fora da ficção” garante a fluidez necessária.

Trecho reescrito: “Fora da ficção, o cenário nacional contemporâneo ainda permanece fustigado por um severo analfabetismo funcional, como consequência de falhas no sistema educacional e da ausência de políticas públicas.”

NOTA: